sábado, 12 de dezembro de 2009

Não posso ser Kassab, mas posso ser KemSab!

KemSab um dia poderemos andar por São Paulo sem medo da chuva nos deixar no meio do caminho;

KemSabe um dia posso esquecer que, o governo de Kassab definiu como temos que usar o bilhete único e, diminuiu seu tempo de integração;

KemSab um dia posso esquecer que, quando foi construída a ponte “Estaiada” a prefeitura na época ofereceu míseros R$ 5.000,00 a R$ 8.000,00 para moradores dos barracos em torno do futuro símbolo de São Paulo;

KemSab um dia poderemos esquecer que o número de trabalhadores que limpam a cidade de São Paulo foram reduzidos para “corte de gastos”;

KemSab um dia poderemos engolir a justificativa equivocada do Kassab de que o aumento do IPTU na cidade de São Paulo é devido a supervalorização dos imóveis por conta dos investimentos públicos, portanto, deve pagar mais imposto;

KemSab um dia o governo atual, aristocrata, possa olha para nós, pobres, e fazer algo;

KemSab essa listinha não pode parar por aqui? Afinal o Kassab não parará de intervir na população no sentido de piora.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Gentileza Gera Gentileza

Gentileza, patrimônio cultural e afetivo
Hoje acordei inspirada em Gentileza, nosso querido Profeta que com sua sensibilidade nos deixou seu legado de amor, compaixão e valor às pequenas coisas.

A natureza não vende terra, a natureza não cobra pra dar alimentação para nós.
Esse dia lindo, essa luz que está em cima de nós, a nossa vida, ou seja, vem do mundo, é de graça, é Deus nosso Pai que dá.
Agora o capeta do homem que é o capitalismo, é que vende tudo, destrói tudo, destruindo a própria humanidade.

Capeta vem de origem capital.
É o vil metal
Faz o diabo, demônio marginal.
Por esse motivo, a humanidade vive mal.
Mal de situação,
mau de maldade,
porque o capitalismo é falsidade,
o pranto de toda a maldade,
raiz de toda a perversidade do mundo.
É o dinheiro.

O dinheiro destrói a mente da humanidade.
O dinheiro coloca a humanidade surdo.
O dinheiro destrói o amor.
O dinheiro cega.
O dinheiro mata.
Todo dia você lê jornal, ouve rádio, televisão, só vê barbaridade:
é crime, é assalto, é sequestro, é vício, nudez, devassidão, fome e guerra.
Vai ver qual é a causa: capitalismo.
Fonte:

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Reflexões sobre Políticas públicas de educação

De acordo com as reflexões decorrentes ultimamente em minha vida, penso que, no Brasil o processo de educação sempre caminhou para a aristocracia e, na medida em que as classes mais baixas tiveram acesso à educação básica, o governo deixa de participar do processo e passa a espectador da atividade.
A educação como direito básico de todos os brasileiros se torna um privilégio, onde na educação básica os que têm um poder aquisitivo estudam em escolas particulares, como modelo de boa educação, partindo estes para as universidades públicas, como sabemos.
O processo de educação social é inverso, privilegiando ainda hoje a aristocracia.
Mesmo com o processo de ampliação da oferta escolar, a política educacional não soube lidar com os alunos de baixa renda, apresentando-lhes os mesmos modelos educacionais para aqueles da burguesia, o processo ensino-aprendizagem não acontecia e, evasão escolar e a reprovação cresciam.
Fazendo um apanhado de acontecimentos no cenário educacional, ao decorrer dos anos, poucas, ou quase nenhuma medida eficaz foi tomada para que a qualidade da educação no Brasil mudasse, apenas temos números que dizem que mais crianças e adultos estão freqüentando a escola, porém não comprovam nada, pelo contrário, são usados para a política interna e externa (Como política externa, temos o governo do FHC para números com o FMI).
Nesse sentido, assim como Vieira 2009 argumenta, “[...] a educação é uma das áreas onde a busca de uma articulação entre as dimensões quantitativas e qualitativas representa desafio permanente.” A quantidade de crianças e adultos que vão a escola não corresponde necessariamente à qualidade de seu aprendizado.
Infelizmente muitas crianças vão à escola para se alimentar, ou vão para não perder o auxílio do governo federal.
A desigualdade social no país é uma de suas características de maior preocupação, onde perdemos para países extremamente mais pobres que nós. Acredito que, para superarmos essa enorme diferença, a educação seria a mola propulsora para o desenvolvimento nacional, para isto precisamos de políticas públicas efetivas, afinal capital necessário o governo possui, apenas é extremamente mal gasto pelos governantes.
Atualmente no país, temos numerosos programas assistencialistas, no qual o governo se tornou um verdadeiro paternalista, onde temos bolsas para os carentes e medidas compensatórias para os estudantes de baixa renda que não conseguem uma vaga no ensino superior público. No entanto, mais medidas com esses vieses vão sendo tomadas, porém a cura para o problema não é sanado e sim remediado.
Sem pretensão nenhuma, afinal não possuo formação pedagógica, apenas opino como cidadã e pertencente de uma visão dialética, acredito que a educação básica no país só irá mudar quando a burguesia voltar à escola pública, pois penso que tal classe compõe o poder (politicamente) para pressionar o governo. Espero estar muito enganada, mas penso que muitas relações que perpassam para com a política, são boa parte advinda da classe majoritária.

Nagela Fernanda dos Santos.

Sem tempo nenhum...

Queria tanto um blog para publicar minhas manifestações, mas atualmente tenho andado totalmente sem tempo...

Apenas lamento...

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

A Formiga e a Cigarra - Versão Moderna

Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas. Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno. Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada. Seu nome era 'Trabalho', e seu sobrenome era 'Sempre'.

Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou nem um minuto sequer. Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu prá valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.. Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando.

A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida. Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca. Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu. Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.

E a cigarra disse para a formiguinha: - Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. - Será que você poderia cuidar da minha toca? - E a formiguinha respondeu: - Claro, sem problemas! - Mas o que lhe aconteceu? - Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta Ferrari?

E a cigarra respondeu: - Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer show em Paris... À propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?

- Desejo sim, respondeu a formiguinha - Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda ele ir para a 'Puta Que O Pariu!!!'

Moral da História: Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão. Trabalhe, mas curta a sua vida. Ela é única!!! Se você não encontrar a sua metade da laranja, não desanime, procure sua metade do limão, adicione açúcar, pinga e gelo, e...

Seja feliz !